Cresce, no mundo e também no Brasil, o interesse pela leitura do psicanalista Jacques Lacan em áreas como Filosofia, estudos de gênero, literatura, linguagem, estética e política. Da clínica, sua obra se expande para uma teoria social útil na compreensão do século XXI.
Interesse dos leitores leva ao crescimento da edição, no Brasil, de títulos de grandes filósofos vivos em traduções de boa qualidade. A coleção Filô, da editora mineira Autêntica, que acaba de lançar “O homem sem conteúdo”, é um dos exemplos da força da filosofia no mercado editorial.
Radical defensor da ciência como único método válido de explicação do mundo e adepto de um ceticismo científico que se desenvolve a partir de descobertas recentes das neurociências, o norte-americano Michael Shermer confirma a hipótese de que os neurocientistas são os novos metafísicos.
Neste artigo, publicado na revista Sexualidad, Salud y Sociedad, volto à articular o pensamento de Judith Butler com o de Jacques Derrida. Retomo a discussão do gênero como performance ou como paródia, hoje em debate nas práticas de cross-dressing que ganharam maior visibilidade depois da adesão do cartunista Laerte.
Na exposição “Tarsila do Amaral – um percurso afetivo”, diferentes caminhos para ver a obra da artista: de musa da antropofagia brasileira, passando pela engajada artista modernista, destacam-se os quadros que retratam a ingenuidade do cenário carioca dos anos 1950.