Foi um privilégio trocar o Rio de Janeiro por Búzios durante uma semana e poder experimentar a maravilhosa sensação da lenta passagem do tempo, talvez a minha maior nostalgia da juventude. Na pequena rotina de cidade pequena, as caminhadas na praia e os livros me bastaram.
Esta é a tese central do absolutamente hilário livro da publicitária Luciana Pessanha, o “Como montar uma mulher-bomba”. Em formato de manual, é um divertido texto sobre relacionamentos. De tudo que eu li, foi até agora a crítica mais criativa ao comportamento masculino.
É com um quadro da Beatriz Milhazes que ilustro um texto sobre, sei lá, mil coisas de uma carioca assombrada por contrastes, por janelas acesas durante a noite, por tiros de fuzil, e sobretudo assombrada por ter desistido de tentar fazer nexo. As palavras, sei lá, dizem mil coisas.
Defendida pela socióloga Estefânia Guimarães como tese de doutorado na Universidade de York, a pesquisa “Falando Sobre Violência: o Relato de Mulheres Vítimas de Abuso no Brasil” identifica, nas pequenas interações, problemas que são estruturais na sociedade e se manifestam no microcosmo de uma delegacia.
Se você está procurando uma boa praia para passar um final de semana do verão, faça já sua reserva e passe um final de semana em Itacoatiara. Para quem é morador do Rio de Janeiro, são só 50 quilômetros de distância que permitem o (re)encontro com o que há de melhor no litoral fluminense.
Quem era leitor de NO. ou de NOMínimo já conhece a verve do autor - jornalista, editor de livros e professor, Paulo Roberto Pires é o mais novo blogueiro-ex-nomínimo do pedaço. Hospedado da revista Bravo, chega para falar de arte, literatura, livros, música e todos os seus muitos assuntos favoritos.
Florianópolis é uma cidade de 400 mil habitantes, limpa, organizada, segura e gentil. Sempre se define a cidade como o Rio de Janeiro de 40 ou 50 anos atrás – uma província à beira-mar, de beleza natural inigualável. Pois eu diria que o Rio nunca teve o privilégio de ser como Florianópolis é.