Sempre que a medida do desemprego for a do mercado formal, os homens serão maioria entre os desempregados porque as mulheres estão no mercado informal, marca da discriminação sexual no trabalho. Em todos os países do mundo, as mulheres ocupam postos de trabalho mais precários ou de vínculo mais frágil.
O último alvo do que estou chamando de cultura da nostalgia é a comunicação, radicalmente transformada pelas tecnologias de informação, que em Bauman também vai aparecer associada à crítica ao movimento. Teme-se o virtual como se ele nos tirasse a perspectiva do real, ignorando que o oposto de real é o irreal.
A crítica de Bauman à multiplicidade de experiências sexuais que estariam, inexoravel e indevidamente, separando sexo de compromisso. O sociólogo vai se apoiar na idéia de que sexo só pode ser instrumento de “fusão genuína” se for acompanhado de amor, que deve ser estável para trazer felicidade.
Ao entrar numa biblioteca, mesmo que seja na estante de livros de casa, em que muitas vezes fomos nós mesmos que estabelecemos as regras de disposição dos volumes na prateleira, pretendemos encontrar determinado título em um dado lugar. E, se não encontramos, o que acontece?
Textos como o de Chantall Mouffe, publicado na revista Política e Sociedade, da UFSC, que montou um excelente site para seus periódicos acadêmicos, pode ser uma forma de aprofundar-se num debate político muito mais interessante do que o dos jornais diários.
Se, como eu, você anda desesperado com o tipo de vida da cidade grande, leia a esperançosa entrevista do arquiteto espanhol Santiago Calatrava: “O século 21 será um tempo de reconciliação com a cidade, que voltará a renascer como lugar agradável de viver”.
O pior da crise financeira já passou?, pergunta a manchete do Le Monde. Autor francês sugere que estamos diante da perspectiva de fim do capitalismo, enquanto há quem aposte no fim do modelo neoliberal. E o que viria depois é a pergunta que me estarrece enquanto leio sobre a fome no mundo.