A PUC-Rio já está com as inscrições abertas para o curso de especialização “Filosofias da diferença”, que começa em agosto. O foco são os pensadores do final do século XIX e começo do XX que se debruçaram sobre o tema, como Nietzsche, Freud, Benjamin, Deleuze, Foucault e Derrida.
Com os colegas Ana Maria Continentino e Rafael Haddock-Lobo, do Núcleo de Estudos sobre Ética e Desconstrução, vou estar na Casa do Saber no curso “As muitas faces da angústia”, organizado para ser uma combinação de aulas expositivas e debates.
O último alvo do que estou chamando de cultura da nostalgia é a comunicação, radicalmente transformada pelas tecnologias de informação, que em Bauman também vai aparecer associada à crítica ao movimento. Teme-se o virtual como se ele nos tirasse a perspectiva do real, ignorando que o oposto de real é o irreal.
A crítica de Bauman à multiplicidade de experiências sexuais que estariam, inexoravel e indevidamente, separando sexo de compromisso. O sociólogo vai se apoiar na idéia de que sexo só pode ser instrumento de “fusão genuína” se for acompanhado de amor, que deve ser estável para trazer felicidade.
Ao entrar numa biblioteca, mesmo que seja na estante de livros de casa, em que muitas vezes fomos nós mesmos que estabelecemos as regras de disposição dos volumes na prateleira, pretendemos encontrar determinado título em um dado lugar. E, se não encontramos, o que acontece?
Convido vocês para o lançamento de Espectros de Derrida, co-edição PUC-Rio e Nau Editora, coletânea de artigos organizada por Paulo Cesar Duque-Estrada. A noite de autógrafos será no dia 3 de dezembro, quarta-feira, na livraria Argumento, no Leblon, a partir das 19h.
A passagem para a modernidade, caracterizada pela busca da autonomia e da individualização, foi particularmente difícil para as mulheres, na medida em que esse projeto de configuração de um sujeito autônomo foi um projeto masculino, como explico nessa entrevista concedida ao IHU online.