Na capa do caderno Ela, a repórter Mariana Timótheo consegue juntar de forma muito inteligente dois acontecimentos atuais: os protestos das mulheres no Irã e os 60 anos de publicação de “O segundo sexo”, de Simone Beauvoir.
A partir de uma apresentação e análise do Twitter, escrevi um artigo pretende discutir os microblogs e três de suas características: hiperconectividade, vigilância voluntária e conexão permanente, que se articula com a condição pós-moderna.
“Em terapia”, cuja segunda temporada estreou essa semana na HBO, é uma das melhores atrações da TV paga. Inteligente, ágil, e com um Gabriel Byrne excelente no papel do terapeuta Paul Weston, são 30 minutos diários de pura terapia.
Sempre que se fala em “progresso tecnológico”, o mais comum é lembrar dos grandes feitos. Faço aqui uma lista das pequenas mudanças tecnológicas que transformaram o nosso dia-a-dia, como não ter mais que rebobinar fita de vídeo. Aceitam-se sugestões.
Quando pergunto o que te faz companhia, estou pensando em momentos de solidão, não nesses intervalos vazios de tempo que a ansiedade da vida contemporânea nos empurra a preencher. Recorro a algumas possibilidades de resposta, que vão da taça de vinho ao facebook, mas só valem opções que te mantenham sozinho.
Trabalho em três computadores: um em casa, uma na universidade, e um notebook no meu escritório pessoal. Tenho também um smartphone que lê emails em qualquer lugar, mas agora sonho com um netbook na bolsa. A que horas eu usaria?
A prática da barriga aluguel é um problema jurídico importante no Brasil. Não há uma legislação, embora alguns projetos estejam tramitando no Congresso. Cobra-se até R$ 250 mil pelos nove meses de aluguel de uma barriga, tema que esteve em pauta em A grande família da semana.