Com texto do espanhol José Sanchis Sinisterra, sob direção da atriz e estreante Malu Galli, duas personagens – a terapeuta e sua paciente, a autista – encarnam em cena a metáfora da doença contemporânea do isolamento, da relação sujeito-objeto e da nossa carência afetiva.
Para não ser apenas mais uma voz indignada, aponto o que a Uniban não fez, mas deveria ter feito, e para pensar o papel da universidade hoje. Muitas coisas poderiam ser aprendidas e ensinadas no episódio dos “trajes inadequados”, menos expulsar a aluna.
No debate travado nas páginas da revista Época sobre infelicidade das mulheres, sinto falta de uma importante valorização da emancipação feminina, na conta de quem não se pode colocar os problemas que ainda enfrentamos hoje para exercer todos os nossos direitos.
É o título da apresentação que fiz na última quinta-feira, 30, no Sesc Pompéia, dentro da programação da exposição Cuide bem de você, da artista conceitual Sophie Calle. Falei sobre o silêncio das mulheres e a íntegra do texto disponível para download.
A partir de uma apresentação e análise do Twitter, escrevi um artigo pretende discutir os microblogs e três de suas características: hiperconectividade, vigilância voluntária e conexão permanente, que se articula com a condição pós-moderna.
Na capa do caderno Ela, a repórter Mariana Timótheo consegue juntar de forma muito inteligente dois acontecimentos atuais: os protestos das mulheres no Irã e os 60 anos de publicação de “O segundo sexo”, de Simone Beauvoir.
“Em terapia”, cuja segunda temporada estreou essa semana na HBO, é uma das melhores atrações da TV paga. Inteligente, ágil, e com um Gabriel Byrne excelente no papel do terapeuta Paul Weston, são 30 minutos diários de pura terapia.