Os pintores românticos alemães procuravam inspiração no meio de uma vegetação selvagem, cercado de árvores seculares, onde acreditavam obter comunhão com a natureza. Ainda tenho essa ilusão: carros, buzinas, barulhos, edifícios, tudo isso me parece demais.
Moderno, ready-made, independente mas sobretudo inclassificável, Duchamp deixou como legado uma radicalidade que marcou obra e vida, que se confudem e se misturam numa biografia nada linear, como seus trabalhos. Veja alguns de seus mais importantes trabalhos.
A exposição fui ver por conta da indicação da leitora Vanda Frias, que me fez feliz com sua presença no lançamento do meu livro.
Em cartaz no Itaú Cultural, em São Paulo, são instalações e apresentações de arte tecnológica oferecem ao visitante experiências interessantíssimas, das quais destaco:
1. a banda de Moebius, de Martin Jose Bonadeo, produzia [...]
Este sempre foi um assunto que me interessou. Do meu ponto de vista, é impossível separar vida e obra e tudo, absolutamente toda forma de expressão artística é autobiográfica. O que não quer dizer que seja confessional. Sobre esta diferença ainda pretendo escrever quando terminar de ler o romance da Noga, Hierosgramos.
É com esta questão [...]