Vejo TV praticamente todas as noites. Mas duas coisas foram fundamentais para mudar totalmente os meus hábitos de espectadora: uma mudança de horários e um receptor que grava a programação. A explosão da grade altera completamente a relação entre o espectador e a tela.
Próximas eleições colocarão à prova teses que reconhecem ou negam importância ao prestígio pessoal. Cientistas políticos avaliam o que é decisivo na hora do voto e o que faz um candidato ser bem sucedido. Reportagem publicada no jornal Valor Econômico.
Em “Devires autobiográficos – a atualidade da escrita de si”, Elizabeth Muyalert Duque-Estrada discute a validade dos discursos sobre isso que ainda se chama de “próprio”, “si mesmo” ou “autobiografia”, e que está desde sempre abalado pelo desencanto com o ideal racionalista.
Ao reconhecer o valor do pensamento de Jacques Derrida na crítica à modernidade, o filósofo alemão Peter Sloterdijk presta sua maior homenagem escrevendo de forma desconstrutiva sobre a desconstrução. Não vai agradar nem a derridianos nem a anti-derridianos.
A dor de cada um dos personagens do novo filme de Pedro Almodóvar, Abraços partidos, tem uma origem: o patriarca poderoso. É mais um dos filmes em que o cineasta espanhol faz uma narrativa sobre a infelicidade de uma mulher para falar do universo masculino.