Com texto do espanhol José Sanchis Sinisterra, sob direção da atriz e estreante Malu Galli, duas personagens – a terapeuta e sua paciente, a autista – encarnam em cena a metáfora da doença contemporânea do isolamento, da relação sujeito-objeto e da nossa carência afetiva.
Com nove artigos de diferentes pesquisadores do Brasil e de Portugal, as editoras PUC-Rio e Sulina lançam na próxima terça, dia 17, a partir das 19h na Livraria Timbre o livro “Jornalismo on-line: modos de fazer”, cuja organização é assinada por mim.
Para não ser apenas mais uma voz indignada, aponto o que a Uniban não fez, mas deveria ter feito, e para pensar o papel da universidade hoje. Muitas coisas poderiam ser aprendidas e ensinadas no episódio dos “trajes inadequados”, menos expulsar a aluna.
No debate travado nas páginas da revista Época sobre infelicidade das mulheres, sinto falta de uma importante valorização da emancipação feminina, na conta de quem não se pode colocar os problemas que ainda enfrentamos hoje para exercer todos os nossos direitos.
Em “Valores do abjeto”, poetas, teóricos da literatura e filósofos pensam sobre a contradição intrínseca em valorizar aquilo que é sobra, lixo ou resto. Para uma coletânea, o livro uma unidade surpreendente. Leia resenha publicada no caderno Prosa e Verso de O Globo.
Documento mostra que, no Brasil, as mulheres ganham em média 29,7% menos do que os homens, a maior diferença encontrada entre os 18 países pesquisados. O maior problema é que até as mulheres acham natural a diferença de renda.
Em Viver a vida, Manuel Carlos está colocando em pauta um debate sobre os cuidados paliativos, tema do livro “Em busca da boa morte”. O trabalho faz uma importante radiografia do que há de complexo nessa opção que está sendo apresentada como “morte humanizada”.